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O que NÃO fazer num mochilão pelo Sudeste Asiático

Por
Adriana Setti
Em parceria com

Uma lista de erros comuns que podem estragar sua viagem por paraísos como a Indonésia, a Tailândia e o Vietnã.

Fazer um mochilão pelo Sudeste Asiático pela primeira vez é como atravessar um portal. Do outro lado, os idiomas e alfabetos são incompreensíveis, a sua linguagem corporal não funciona e o simples ato de ir ao banheiro pode ser uma experiência cheia de novidades. E aí está uma das grandes delícias de explorar a Tailândia, a Indonésia, o Vietnã e os outros países da região! Para que sua viagem por essas culturas tão diferentes seja suave, elaboramos junto com a Havaianas esse guia do que NÃO fazer por lá.

Foto: samuiholiday.com

Ignorar o calendário das monções

O Sudeste Asiático vive duas estações, a úmida e a seca. Simples? Nem tanto, já que as duas situações podem acontecer simultaneamente em diferentes regiões dentro do mesmo país, segundo as monções: ventos sazonais que trazem chuva, mar agitado, enchentes e furacões. Desviar delas é fundamental.

Montar um roteiro pinga-pinga

Entre trens antigos, ônibus, lotações, ferries, barcos e tuk tuks, qualquer pequeno deslocamento no Sudeste Asiático pode ser uma grande aventura. Pra otimizar o seu tempo, vale a pena ficar mais dias em menos lugares.

Cometer gafes culturais

A beleza de viajar por países tão distantes é entrar em contato com grandes diferenças culturais. Mas, pra evitar gafes, leia sobre os costumes locais e observe as pessoas pra entender onde entrar descalço, como se comportar em um templo, como “operar” um banheiro tradicional etc.

Foto: Sonika Agarwal / Unsplash

Errar a mão ao pechinchar

Da diária do hostel ao preço da estatueta do Buda, quase tudo é negociável no Sudeste Asiático. Por outro lado, é preciso ter sensibilidade pra sacar que certos valores farão muito mais diferença pro vendedor de pad thai da pracinha de Bangkok do que pra você.

Foto: Minseok Kwak / Unsplash

Comer de tudo

Experimentar novos sabores é uma das delícias de viajar. Mas isso não quer dizer que você precisa se forçar a comer escorpião, carne de tartaruga ou outras “iguarias” que atentem contra suas convicções ou seu medo — justificado — de passar mal.

Foto: Ermell Beijing Donganmen Dajie

Economizar em segurança

Na região mundialmente famosa como o paraíso do turismo low cost, desconfie de tudo o que for barato além da conta. Em se tratando de viagens de ônibus, saídas ou cursos de mergulho, passeios de barco e hospedagem, alguns dólares a menos podem significar a sua segurança.

Foto: Glover / Pixabay
Foto: reprodução

Compactuar com o maltrato de animais

Andar de elefante, interagir com tigres, assistir a shows de “encantadores de serpentes”: quase sempre essas atividades direcionadas ao turista envolvem sofrimento animal. Aguce seu espírito crítico antes de embarcar em uma dessas e, na dúvida, pule fora.


Havaianas

Os melhores momentos da vida a gente passa de Havaianas: na praia, nas viagens e nos rolês. E não é de hoje. As sandálias mais famosas do Brasil estão fazendo 60 anos como um ícone dos espíritos livres. Aqui a gente conta histórias que traduzem esse nosso lifestyle solar. Porque não existe verão sem Havaianas.
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