São João, festivais, megashows em Copacabana, Carnaval… Mesmo com toda a força do digital, os eventos presenciais seguem reunindo e mobilizando milhões de pessoas. Por quê?
Você lembra da última vez que alguém novo entrou na sua vida? Por que isso não acontece mais vezes? No terceiro e último episódio do Desenrola gravado dentro do C6 Fest, a convite do Apple Podcasts, a gente conversa sobre o que deixamos de viver quando nos fechamos pros outros. E como a música pode abrir espaço pra que esses encontros aconteçam de um jeito mais leve.


Público responde:


“Eu sou descendente de um povo que, ao ser trazido pro Brasil, foi proibido de se olhar, de se abraçar, de formar famílias, de se amar. Isso é importante pra entender por que, hoje, se conectar é algo tão valioso na minha vida.”
Cris Guterres
Jornalista, apresentadora, escritora e conselheira do Pacto Global da ONU Brasil
De todo tipo
Nem toda amizade precisa estar com você em todos os momentos. Tem quem seja uma ótima companhia pra ir ao rolê e quem motive a praticar atividades físicas. Com algumas pessoas, as conversas giram em torno de memes e piadas; com outras, vão mais a fundo. Resumindo, ter amigos com diferentes graus de intimidade — e pra diversas ocasiões — pode fazer muito bem.
“Todo mundo que está num evento também tem algum nível de ansiedade social — sobre quem vai encontrar, o que vai fazer, como vai ser etc. Entender isso como um lugar de vulnerabilidade, e não de casca, nos abre mais para as coisas e nos conecta com as pessoas.”
Matheus Sodré
Criador de conteúdo, diretor audiovisual e roteirista
Direto do palco:



“Se eu acredito que já conheci pessoas e aprendi coisas o suficiente, e que não preciso mais me expandir, paro de crescer. […] Sou uma pessoa socialmente estranha. Posso ser carismático, mas também sou capaz de ficar trancado no meu quarto por três dias. Só que eu fujo disso, não quero parar de crescer.”
Kassa Overall
Baterista, produtor e rapper americano
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