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Psicodélicos e coloridos, o tie-dye voltou à moda com tudo

Por - 26/05/2017

Não é por que o Carnaval acabou que o tie-dye deveria ser esquecido. A técnica de amarrar (“tie”) o tecido e tingi-lo (“dye”) em cores vibrantes ficou famosa nos anos 1960 e 1970 mas nunca deixou de ter adeptos fiéis. No Rio de Janeiro os principais embaixadores dessa método digno de movimento cultural são Martha Pinel e André Duvivier, responsáveis pela Croma, uma marca totalmente dedicada às estampas psicodélicas e que nasceu para colorir o mundo, transmitir luz e sorrisos.

As camisetas, regatas, camisas de botão e portais (ou ‘cangas’, para os meros mortais que ainda não foram tocados por essa magia colorida) são feitas com estampas únicas e exclusivas, que mesclam tons vibrantes e candy colors, como o hypado millennial pink (leia mais aqui). E as criações da dupla não se limitam ao guarda-roupa. A energia Croma, como os próprios dizem, não se vê, não se toca, mas se sente, principalmente quando o disco voador da marca pousa em terras cariocas para noites de festa, em que Martha e André – que também atacam de DJs – recebem amigos para emanar brazilian boogie, tambores africanos, italo disco e house music para seus filhos da Terra.

Por sorte, nesta sexta, dia 26/5, os Croma DJs realizam na Praça Tiradentes, no RJ, o “Croma Noite Nas Ruínas“, juntamente com Jonas Rocha do projeto Joutro Mundo e Badenov & Diogo Reis da festa MOO.

Para entrar no clima do badalo tecnicolor, dá o play aqui:

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