O destino da próxima viagem? Seu bem-estar. Entenda por que cada vez mais gente viaja pra mexer o corpo — e se conectar com pessoas na mesma vibe.
Encontrar um novo cenário pra praticar um hobby, se exercitar ou embarcar em desafios esportivos: correr, fazer trilha, velejar, pedalar… Esse é o turismo de endorfina, um jeito de viajar relacionado ao bem-estar que explodiu com a pandemia e, de lá pra cá, tem feito a cabeça de cada vez mais gente.

Estamos entrando na era de ouro do turismo de bem-estar. A valorização da saúde e da longevidade atingiu os níveis mais altos de todos os tempos. Nesse cenário, produtos e experiências estão sendo desenvolvidos pra atender a essa demanda em ascensão.
Trecho do report The Future of Wellness Tourism 2025 (Finn Partners)
Gerações lado a lado

O turismo de endorfina atravessa gerações. De um lado, um número crescente de viajantes que envelheceram em boa forma e buscam experiências pra desafiar tanto suas capacidades físicas quanto mentais. Do outro, jovens na faixa dos 20 anos de idade que se preocupam cada vez mais com saúde e longevidade.



Turismo de endorfina em alta
· Viajar pra correr.
· Trekkings de longa distância.
· Natação em águas abertas.
· Esportes de vela.
· Travessias de bike.
· Escalada indoor e outdoor.
· Retiros de meditação e yoga.



Em um mundo que discute cada vez mais o overtourism, essa tendência surge como uma resposta pra quem prefere se afastar do turismo convencional, vivendo experiências mais holísticas e adaptadas aos seus interesses individuais. Nesse sentido, praticar esportes em outro cenário também é uma forma de viajar pra dentro.
A sua turma

Viagens em grupos que reúnem pessoas com os mesmos hobbies e interesses são um dos pilares do turismo de endorfina. Seja cruzando os Lençóis Maranhenses de bike ou pegando onda em Garopaba com um grupo de mulheres, rola fazer novas amizades e encontrar companhia pra um tipo de programa que, talvez, sua turma das antigas não curta.

